Dança, bailarina, dança... - diziam nos seus espetáculos.
Linda bailarina. Na ponta dos pés, pirueta dupla; Arebesque, Fouette. Pula e cai, leve. Lágrima nos olhos de quem vê.
Monstro de ferro, flores ao chão, pernas inúteis. Em frente ao Theatro Municipal.
Sonha, bailarina, sonha! – É menos triste se viver de recordação.
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