As unhas vermelhas postiças no corpo encarnado que brilhava a palidez-contrastante com o vestido preto aveludado. As folhas caiam em marasmo outunal e formavam espessa epiderme castanha natimorta e soavam guerra seca debaixo dos pés verde camurça, pequenos e ágeis combatentes.
O frio tilintava tacitífluo os ossos tartáreos, o passo indiminuía, permanecia, indiferente.
O lixo, um jornal semi-lido esvoaçado em despedaços seccionais. A cabeça concatenava confiante com os quadris o sentido no qual revoltariam balançantes ao próximo pisar.
E o outono que repetidos anos expectora a renovação necessária.
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